
Há um universo ao meu redor.
Há
vida.
Um olho voyeur
se alimenta de fechaduras, enquanto frios perfis
escorrem-se pelas sombras.
Na madrugada do ser: fuga.
Homo
sapiens não sabem quem são.
Confundem-se o bem e o mal com o quase e o talvez.
- “Uma selfie ou
o golfinho?”
- “Coitadinho...morreu!”
Mas a selfie
ficou.
Será que valeu?
Por onde andam o amor e as verdades?
Estão em extinção na era das vaidades...
Marcos Alderico
23/02/2016
14:28h